Não é um CRM genérico adaptado para clínica. É o sistema que construímos, cliente por cliente, para transformar tráfego pago em cirurgia com registro objetivo em cada etapa — e uma visão consolidada de quanto essa base inteira consegue gerar de resultado no mercado.
Toda agência de performance sabe rodar anúncio para clínica. O que não existe pronto é um sistema onde qualificação, cadência e coorte funcionam do mesmo jeito na sexta clínica que na primeira — sem depender de quem está de plantão naquele dia.
clínicas operando com o mesmo critério de qualificação — não um script particular inventado por cada equipe.
portões objetivos decidem se um lead está qualificado. Calculados pelo sistema — nunca escolhidos por quem está atendendo.
painel consolida a base inteira. Não uma planilha por cliente, reconciliada manualmente todo mês.
Quatro números por clínica, comparados lado a lado com toda a base: percentual de leads efetivamente contatados, tempo até o primeiro contato, e as duas taxas de conversão do início do funil.
| Clínica | Contato | Lead → Agend. |
|---|---|---|
| Dra. Letícia Beling | 86% | 41% |
| Dr. Wuilker Knoner | 71% | 38% |
| Dr. Rafael Faccio | 64% | 52% |
| Dr. Aleysson Paza | 58% | 29% |
Pelos quatro portões objetivos do contrato — não pelas etapas do Kanban, que mudam de nome em cada clínica. Cada barra só conta quem passou em todas as anteriores.
Meta e resultado lado a lado, recalculado todo dia — um lead de dois meses atrás pode fechar só agora, e o histórico se corrige sozinho em vez de congelar um número incompleto.
Todo dado sobre paciente parte de um contrato explícito, escrito antes do código: o que precisa ser objetivo, o que precisa ser calculado, e o que nunca pode depender de quem estava de plantão naquele dia.
O status de qualificação é calculado a partir de quatro campos fechados — elegibilidade, investimento, decisor, horizonte. Fisicamente impossível gravar um valor manual nessa coluna.
O sistema distingue "a CRC mandou mensagem" de "o paciente respondeu de verdade". Só a segunda conta como contato efetivo — e trava a perda por falta de contato antes de sete tentativas reais.
Um lead que entra em julho e fecha em setembro conta para julho — onde o esforço de aquisição aconteceu — não para o mês em que o dinheiro chegou. Todo relatório de faturamento segue essa mesma regra.
SLA estourado, agendamento sem desfecho, fechamento sem receita registrada — sete alertas por exceção. Nada aparece na tela até que algo precise mesmo de atenção.
O Growth OS não mede só marketing. Ele mede a capacidade real de gerar cirurgia — a métrica que interessa a quem fornece ou financia o material consumido em cada procedimento, não só a quem vende anúncio.
Cada clínica nova que entra na base soma ao mesmo painel, com o mesmo rigor de qualificação e a mesma disciplina de coorte. O ecossistema cresce sem depender de reconstruir o processo do zero a cada cirurgião novo — e sem perder visibilidade sobre nenhum deles.
É essa capacidade de escala, medida e auditável mês a mês, que sustenta uma conversa de investimento ou parceria com quem enxerga valor no volume cirúrgico gerado — não numa estimativa, num número que o próprio sistema calcula sozinho, todos os dias.